quarta-feira, 28 de agosto de 2013

O mundo sem uma Bíblia! Abraão Lincoln

                                                                    Abraão Lincoln
 


omundo sem uma Bíblia! Parece difícil de acreditar. Não há registro de quaisquer escritos inspirados antes dos dias de Moisés. Dos escritos contidos na Bíblia, temos registrado, e distintamente registrado - que: “Moisés escreveu todas as Palavras do Senhor” (Ex.24.4); o Espírito do Senhor falou por Davi (2Sm.23.1-2); Lucas escreveu seu evangelho (Lc.1.1-40); João escreveu seu evangelho e o Apocalipse (João 20. 30-31 / Ap.1. 2).
Apesar de existirem homens santos naqueles dias primitivos, com os quais Deus se comunicava verbalmente, não encontramos registros de que qualquer deles fosse inspirado a escrever a Palavra de Deus, ou colocar a Palavra de Deus na forma escrita. Em muitos casos, quando agradou a Deus fazer a sua vontade conhecida, fê-lo verbalmente, de maneira direta e pessoal, como foi com Adão (Gn. 2.16); Caim (Gn. 4.6); Noé (Gn. 6.13); Abraão (Gn.12.1-3); Isaque (Gn. 26.2-5); Jacó (Gn.28.13) e (Jó. 40.1-3).
Pela comunicação verbal Deus instruiu o homem acerca de muitas Leis, que posteriormente foram incorporadas ao Pentateuco, como o sábado (Gn.2.3) e o casamento (Gn.2.24). Instruções verbais acerca de oferta e sacrifício também foram dadas ao povo (Gn.4.4-7). Dessa forma vemos que desde o principio o homem possuiu, mesmo sem a Palavra escrita, o conhecimento de Deus e suas Leis.
Entretanto, devemos ter em mente que além de revelações verbais havia outras duas testemunhas independentes acerca da existência de Deus; a natureza – ou as obras de Deus – (Sl.19.1-3 / Rm.1.19-20), e a consciência – (Rm.2.14-15). Essas duas testemunhas eram imperfeitas porque a natureza somente nos ensina que há um Deus, mas não diz quem ele é; por outro lado, a valiosa dádiva da consciência pode ser abusada até a ponto de se tornar-se inativada (1Tm.4.2).
Acerca das comunicações verbais, deve-se dizer que eram dirigidas a algumas pessoas privilegiadas que andavam com Deus ou aqueles para os quais Deus tinha uma mensagem especial. Conseqüentemente, havia necessidade de uma revelação mais ampla, clara e de forma que todos a pudessem receber. Essa revelação deveria ser escrita como é a Bíblia, a Palavra de Deus, viva e que permanece para sempre (1Pe.1.13). Ela não somente revela a existência de um criador, mas diz quem é Ele e o que espera de nós.


domingo, 25 de agosto de 2013

SEMANA DE AVIVAMENTO EM MOSSORÓ CONG: SEIS DE JANEIRO, UM DOS PREGADORES É RARISON BRAZÃO



Família missionária foi impossado ontem na “Área Rural 2” em São Miguel-RN ( fonte face book)








































Início do Concilio Vaticano II 1962


Início do Concilio Vaticano II

No esforço de conter o pensamento liberal que atingira a muitos dentro de sua comunidade, a Igreja Católica definiu uma linha muito clara contra essas idéias no Concilio Vaticano n. Contudo, na metade do século XX, algumas questões importantes continuavam sem solução. Embora a igreja tivesse se apegado firmemente à tradição, não seria hora de fazer algumas mudanças?
O arcebispo de Veneza, Ângelo Roncalli, foi eleito papa em 1958 e assumiu o nome de João XXIII. Três meses depois de sua eleição, ele convocou o concilio católico ecumênico. O novo papa podia ver que o mundo mudara e que a resposta católica precisava atender a essas mudanças. O objetivo do concilio era o aggiornamento, a "atualização da igreja".
A nova ênfase que o papa desejava criar se concentrava no cuidado pastoral. Em vez de se firmar na política ou no aprendizado, João xxm queria cuidar do rebanho.
Em outubro de 1962, mais de 2 mil cardeais, bispos e abades chegaram a Roma e realizaram o maior concilio da história da igreja. Entre os presentes estavam 230 americanos, cerca de 200 africanos e mais de 300 asiáticos.
O papa se dirigiu ao clero na Basílica de São Pedro. Destacou o crescimento do materialismo e do ateísmo e comentou que, em um mundo em crise espiritual, a igreja não deve responder por meio do afastamento ou da condenação dos outros. Ela deve "governar com o remédio da misericórdia, em vez de lançar mão da severidade".
Ao contrário de alguns papas anteriores, João xxiii não tentou impor normas no Concilio Vaticano II. Ainda assim, aconteceram várias reformas no aspecto pastoral da igreja.
Havia vários séculos que todos os católicos prestavam seu culto em latim, mas poucas pessoas compreendiam a língua das missas. Embora a dignidade e o mistério possam apelar ao coração de alguns, a maioria não compreendia nada do que acontecia durante a missa. O Vaticano n fez com que as línguas nativas se tornassem o idioma a ser usado nas missas.
Embora a hierarquia não tivesse mudado, algumas atitudes com relação a ela foram alteradas no Vaticano ii. Tanto o clero quanto os leigos passaram a ser aceitos como povo de Deus, e todos podiam compartilhar das funções ministeriais. Todos os cristãos — e não apenas os padres, os monges e as freiras — tinham o chamado cristão, disse o Concilio, e os leigos exerciam esse chamado por meio de suas vocações.
Embora o Vaticano I visse o papa como o sucessor dos apóstolos, o Vaticano ii ampliou esse conceito para todo o corpo de bispos. Compartilhavam da autoridade apostólica com o papa.
O documento conciliar chamado Sobre a revelação divina enfatizou que as Escrituras — e não a Tradição — eram a base principal da verdade divina. Embora ele não tivesse se livrado plenamente do apego às tradições dos anos anteriores, o Concilio deu mais importância à Bíblia e encorajou todos os católicos — leigos ou estudiosos — a estudar as Escrituras.
No decreto Sobre o ecumenismo, mudanças dramáticas aconteceram no que se referia às atitudes em relação aos não-católicos. Os que pertenciam a outras denominações também foram chamados de cristãos, eles eram os "irmãos separados". Assim, essa atitude pôs fim à idéia de que cristão era sinônimo de católico. Os outros crentes não precisavam mais "retornar" para Roma.
Em sua última sessão, em 1965, o Concilio Vaticano II abordou as questões relacionadas à política. Embora tivesse uma longa tradição nesse campo, a igreja renunciava agora ao poder sobre o reino político.
As reações ao Concilio Vaticano ii foram diversas. Alguns membros da hierarquia tiveram objeções quanto às mudanças, e houve debates acalorados sobre esses aspectos. Alguns católicos conservadores se opuseram ao novo rumo da igreja, mas muito mais católicos — e um grande número de não-católicos — passou a ter grandes esperanças com relação à igreja. O Vaticano II abriu algumas portas entre as denominações e encorajou, de maneira sem precedentes, o estudo bíblico sério.

O sistema hierárquico católico não mudou. Entretanto, esse caminho não foi trilhado devido ao excessivo individualismo da Igreja Católica, mas o Concilio Vaticano II realmente provocou maior abertura e maior consideração pelos leigos, o que influenciou poderosamente o maior corpo eclesiástico do mundo.