domingo, 3 de fevereiro de 2019

A amizade na Bíblia: “há amigo mais chegado que um irmão”


É indiscutível a influência das amizades no nosso comportamento e na construção da nossa personalidade. A Bíblia não nega esse fato “Provérbios 13: 20. Quem anda com os sábios será sábio; mas o companheiro dos tolos sofre aflição.”. Logo, devemos refletir sobre nossas amizades. A Bíblia traz exemplos positivos e negativos de amigos que trouxeram edificação ou ruína. 
 
          Amnom estava apaixonado por sua meia irmã Tamar. Sua paixão era tão forte que ele emagreceu 2 Samuel 13: 4. Este lhe perguntou: Por que tu de dia para dia tanto emagreces, ó filho do rei? não mo dirás a mim? Então lhe respondeu Amnom: Amo a Tamar, irmã de Absalão, meu irmão. Esse relacionamento era improvável, por isso Amnom se angustiava. Nesse momento entra em cena seu “Amigo” e primo Jonadabe que lhe dá uma solução para o seu problema nada correta “2 Samuel 13: 5. Tornou-lhe Jonadabe: Deita-te na tua cama, e finge-te doente; e quando teu pai te vier visitar, dize-lhe: Peço-te que minha irmã Tamar venha dar-me de comer, preparando a comida diante dos meus olhos, para que eu veja e coma da sua mão.” Amnom fez segundo o conselho de Jonadabe e abusou de sua meia irmã. O detalhe é que o amor de Amnom revelou-se depois disso como uma paixão erótica e não um amor verdadeiro “2 Samuel 13: 15. Depois sentiu Amnom grande aversão por ela, pois maior era a aversão que se sentiu por ela do que o amor que lhe tivera. E disse-lhe Amnom: Levanta-te, e vai-te.” Jonadabe contribuiu para esse horrível pecado. Um amigo verdadeiro nos fortalecerá em nossas tentações e não o contrário dando idéias para pecarmos.
 
          Roboão, tornou-se Rei de Israel, e o povo desejava que ele governasse de forma diferente do Rei Salomão que foi um Rei que instituiu pesados impostos sobre a nação. Roboão, então, tomou conselho com os anciãos sobre que medida tomar. Os anciãos o aconselharam a seguir o desejo do povo e assim os israelitas o seguiriam. Porém, Roboão, também tomou conselho com os amigos dele que o aconselharam exatamente de forma contrária ” 2 Crônicas 10: 14. falou-lhes conforme o conselho dos jovens, dizendo: Meu pai fez pesado o vosso jugo, mas eu lhe acrescentarei mais; meu pai vos castigou com açoites, mas eu vos castigarei com escorpiões. ” Devemos ter amigos que tenham conselhos sábios que promovam a união e não a divisão. Amigos que tenham a palavra de Deus como guia da sua vida assim eles terão sempre conselhos sábios.
 
           Quando falamos em amizade na Bíblia temos que falar de Jônatas e Davi. Sua amizade é descrita de forma poética “2 Samuel 1: 26. Angustiado estou por ti, meu irmão Jônatas; muito querido me eras! Maravilhoso me era o teu amor, ultrapassando o amor de mulheres.” Em nome dessa amizade Davi abençoou o filho de Jônatas: Mefibosete. “2 Samuel 9: 7. Então lhe disse Davi: Não temas, porque de certo usarei contigo de benevolência por amor de Jônatas, teu pai, e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai; e tu sempre comerás à minha mesa.” Uma amizade verdadeira abençoará até mesmo a nossa geração futura: filhos e netos.
 
           O apóstolo Paulo tinha muitos cooperadores no evangelho. Porém, essa relação não era apenas eclesiástica, mas tornou-se em genuína amizade. Ele cita alguns deles “Colossenses 4: 7. Tíquico, o irmão amado, fiel ministro e conservo no Senhor, vos fará conhecer a minha situação; Colossenses 1: 7. segundo aprendestes de Epafras, nosso amado conservo, que é fiel Ministro de Cristo. 2 Timóteo 1: 16. O Senhor conceda misericórdia à casa de Onesíforo, porque muitas vezes ele me recreou, e não se envergonhou das minhas cadeias;  Um amigo verdadeiro cooperará conosco na obra do evangelho e não se preocupará com status ou aplausos.
 
          Deus coloca amigos verdadeiros em nossa vida. Devemos ter discernimento para encontrá-los e também para evitar amizades destruidoras.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

De que lado você está? MT 7.13,14:

Cristo é a porta, não uma porta, como se houvessem muitas outras portas para Deus.




A realidade de uma porta é que existem dois lados, interno e externo. Uma velha canção infantil diz o seguinte:
“Uma porta e somente uma, e contudo dois lados há. Do lado de dentro e do lado de fora, de que lado você está?”
Observe estas portas nas Escrituras:
• Cristo é a porta da salvação da arca de Noé (Gn 6.16). • Cristo é a porta aspergida com sangue na Páscoa (Êx 12.22,23). • Cristo é a porta do Tabernáculo, o lugar de habitação de Deus (Êx 26.36; 29.4,32). • Cristo é a porta que manteve os sodomitas do lado de fora e os cegou (Gn 19.6-12). • Cristo é a porta do aprisco (Jo 10.1-9). • Cristo é a porta das bodas (Mt 25.1-13). • Cristo é porta do campo evangelístico (1 Co 16.9; 2 Co 2.12; Cl 4.3; Ap 3.8). • Cristo é a porta para o céu e 0 trono de Deus (Ap 4.1,2).
Onde quer que olhemos, Cristo é a porta. No Templo, Cristo é a porta para os átrios do
Senhor. Cristo é a porta junto aos pórticos da casa de Deus. Ele é a porta do Lugar Santo e do Lugar Santíssimo. Cristo é a porta para o Pai e todas as glórias eternas.Cristo é a porta para sua Igreja.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

A unção em Betânia.


A  unção  em  Betânia (26,6-13)

Veja  Mc  14,3-9;  Jo  11,1-8.  Mateus  abrevia 
este  trecho.  No  conjunto,  trata-se  de  uma 
profecia  da  morte  de  Jesus  em  forma  de 
ação.  6.  Simão, o leproso:Talvez o fariseu de 
Lc  7,36-50.  Em  João,  o  homem  é  chamado 
de  Lázaro,  e  a  mulher  é  sua  irmã,  Maria.

7. Enquanto ele estava à mesa:Esta é uma pos­
tura helenística ao jantar. O gesto da mulher 
é exagerado, próprio de amor e festividade, 
atitude que os discípulos não compreendem.

10.  uma boa ação:Jesus afirma que o que é útil 
e cotidiano não deve ter domínio exclusivo 
em nossa vida. 11. Sempre tereis os pobres con­
vosco:Mateus elimina a oração intermediária 
de Marcos,  "e quando desejardes, podereis 
fazer-lhes  o  bem".  Portanto,  ele  alcançou 
um  paralelismo  mais  claro  entre  as  duas 
orações  remanescentes.  Mas,  desse  modo, 
comprometeu  a  doutrina  da  resposta  de 
Jesus, baseada  em Dt  15,11,  e  forneceu  um 
pretexto perigoso àqueles que se mantinham 
indiferentes aos pobres. 12. para me sepultar:
A  interpretação  que  se  faz  desse  ato  aqui

o  define  como uma unção  fúnebre.  Outros 
veem nele uma unção messiânica (ISm 10,1; 
2Rs 9,6; At 10,38) ou, anacronicamente, uma 
extrema-unção.  13.  o  Evangelho: Refere-se 
especificamente à mensagem do sofrimento, 
da morte e da ressurreição,  em sua memória:
Historicamente, o trabalho das mulheres não 
foi registrado (nem recompensável). Jesus se 
posiciona contra esta injustiça. Seu reconhe­
cimento  das  mulheres  é  recompensado  na 
crucificação (27,55.56).