sexta-feira, 6 de junho de 2014

OS MILAGRES DE JESUS PROVARAM QUE ELE ERA O MESSIAS.


Numa determinada altura do ministério de Jesus, os discípulos do seu primo, João Batista, vieram até Ele e perguntaram­lhe se realmente era o Messias. João fora aprisionado por Herodes, o retrarca (Mt 14.3-12), e começara a questionar Jesus.


 Como outrOS judeus da sua época, João esperava que o Messias os libertasse da opressão romana e estabelecesse um reino terreno. Quando Jesus não correspondeu a essas expectativas, até uma pessoa de fé como João Batista começou a duvidar.

Jesus respondeu a seu primo dizendo aos discípulos de João: "Ide e anunciai a João o que estais ouvindo e vendo" (Mt 11.4). Então Cristo descreveu o que estava fazendo, aludindo a Isaías 29.18, 35.4-6, e especialmente a Isaías 61.1, que fala do ministério do Messias prometido.


Os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos sào purificados, os surdos ouvem, os mortOS são ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho (Mt 11.5).

Nenhum homem de Deus no Antigo Testamento operou os tipos de milagres que Jesus realizava regularmente. Esses milagres provavam claramente que Ele era o Cristo, O Messias que Deus havia prometido enviar como Salvador do seu povo. Ninguém que conhecesse as profecias do Antigo Testamento - ninguém que testemunhasse os milagres de Jesus - teria qualquer dúvida sobre sua identidade como Messias. Mas há mais do que isso. 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

SEGUNDO DOMINGO DO MÉS CULTO DE MISSÕES EM TODAS CONGREGAÇÕES. E NESTE DOMINGO VAMOS FALA DA JANELA 10/40 VEJA ESTE VIDEOS.


JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se JANELA 10/40. 

EBD - CPAD - 3º Trimestre de 2014: Ensino de Tiago para uma Vida Cristã Auntêntica.


A Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) já apresentou ao público a mais nova capa da Revista Lições Bíblicas Mestre, para o terceiro trimestre de 2014. O tema das lições é: Fé e Obras - Ensino de Tiago para uma Vida Cristã Autêntica. Os comentários serão todos de autoria do Pastor Eliezer de Lira e Silva. 

Além das capas costumeiras, a editora também oferece exemplares em capa dura, com páginas em melhor acabamento gráfico, proporcionando assim aos consumidores um modelo apropriado para guardar em prateleiras e voltar a consultar, futuramente, com mais comodidade.

Sumário:

Lição 1: Tiago — Fé que se Mostra pelas Obras
Lição 2: O Propósito da Tentação
Lição 3: A Importância da Sabedoria Humilde
Lição 4: Gerados pela Palavra da Verdade
Lição 5: O Cuidado ao Falar e a Religião Pura
Lição 6: A Verdadeira Fé não Faz Acepção de Pessoas
Lição 7: A Fé se Manifesta em Obras
Lição 8: O Cuidado com a Língua
Lição 9: A Verdadeira Sabedoria se Manifesta na Prática
Lição 10: O Perigo da Busca pela Autorrealização Humana
Lição 11: O Julgamento e a Soberania Pertencem a Deus
Lição 12: Os Pecados de Omissão e de Opressão
Lição 13: A Atualidade dos Últimos Conselhos de Tiago

domingo, 1 de junho de 2014

CAPRIANO ESCREVE UNIDADE DA IGREJA.


Que relação existe entre os membros da igreja e seus líderes? De que maneira a igreja pode disciplinar os membros? Essas são questões que a igreja deve abordar em qualquer época.

Em meados do século, as respostas a essas perguntas foram proferidas por Cipriano, que possuíra muita riqueza e Financeira pagão em uma família culta, por volta do ano 200. Quando se tornou cristão, renunciou ao seu estilo de vida, doou seus bens e o dinheiro aos pobres e assumiu o voto de castidade. Com relação à sua conversão, escreveu: "O segundo nascimento fez de mim um novo homem por meio do Espírito soprado do céu".
Professor de retórica e orador famoso, o eloqüente e devoto Cipriano destacou-se entre os membros da igreja, tornando-se bispo de Cartago por volta do ano 248.
Embora tivesse conhecimento dos clássicos gregos e romanos, Cipriano não era teólogo. De modo diferente de Tertuliano, a quem admirava, Cipriano era um homem prático que se importava pouco com as disputas teológicas de seus dias. Ele simplesmente queria a unidade da igreja. Em uma igreja bem desunida, buscou unir os cristãos por meio da autoridade dos bispos.
O imperador romano Décio perseguira os cristãos, e alguns negaram sua fé. Décio não procurava fazer mártires, porque sabia que o martírio simplesmente chamava mais a atenção para o cristianismo. Em vez de matar os cristãos, os torturava, na esperança de que dissessem "César é Senhor". Os que se rendiam e proferiam essa declaração passaram a ser conhecidos como lapsi.

Os cristãos que se mantinham firmes, denominados "confessores", normalmente desaprovavam os lapsi. Desse modo, o concilio de bispos estabeleceu regras rígidas em relação à readmissão dos crentes proscritos na igreja. Diante dessa disciplina, um sacerdote chamado Novato deu início a uma igreja rival que oferecia admissão fácil aos lapsi.

Embora não tivesse sofrido por causa de sua fé, Cipriano não conseguia suportar a divisão. Acreditava que os cristãos dedicados deveriam passar pela penitência para provar sua fé. A penitência era composta de um período de tristeza verdadeira, depois do qual a pessoa poderia participar novamente da ceia do Senhor. Depois de o penitente ter "cumprido seu tempo", ele comparecia diante da congregação vestido de saco e coberto de cinzas para que os bispos pronunciassem o perdão. Cipriano via isso como um sistema graduado: quanto mais grave fosse o pecado, mais penitência a pessoa precisava cumprir. Sua idéia tornou-se popular e passou a ser um dos mais poderosos — e, às vezes, mais abusivos — métodos de disciplina da igreja.
No ano 251, Cipriano convocou o Concilio de Cartago e leu Unidade da igreja, seu trabalho principal, que teve profunda influência sobre a história da igreja. A igreja, conforme argumentou, é uma instituição divina — a noiva de Cristo — e somente pode haver uma noiva. Somente na igreja as pessoas poderiam alcançar a salvação; fora dela, há somente escuridão e confusão. Fora da igreja, os sacramentos e os pastores — e até mesmo a Bíblia — não tinham importância. O indivíduo não poderia viver a vida cristã em contato direto com Deus; ele precisava da igreja. Uma vez que Cristo estabelecera a igreja sob autoridade de Pedro, a Pedra, Cipriano disse que todos os bispos eram, em certo sentido, sucessores de Pedro e, portanto, deveriam ser obedecidos. Embora não declarasse que o bispo de Roma estava acima dos outros, Cipriano via o episcopado como especial em razão da conexão de Pedro àquela cidade.

Afirmações de Cipriano como "Fora da igreja não há salvação" e "Ninguém pode ter Deus como Pai se não tiver a igreja como mãe" encorajavam as pessoas a dar aos bispos lugar de grande importância. O bispo era capaz de determinar quem podia fazer parte da igreja, o que, com efeito, é o mesmo que ter o poder de dizer: "Você está salvo; você não está salvo". Em vez de confiar na obra do Espírito Santo por meio da igreja como um todo, Cipriano deixou implícito que o Espírito Santo trabalhava por meio dos bispos.
Os bispos, naturalmente, ganharam poder com a disseminação dessas idéias. Cipriano também promoveu a idéia de que a missa era o sacrifício do sangue e do corpo de Cristo. Uma vez que os sacerdotes agiam como representantes de Cristo, oferecendo novamente o sacrifício em todos os cultos de adoração, isso somente serviu para lhes aumentar o poder.

Cipriano morreu durante a perseguição do imperador Valeriano. Pelo fato de ter se recusado a oferecer sacrifícios aos deuses pagaos, o bispo de Cartago foi decapitado em 258.

A igreja da época de Cipriano, caracterizada pela desunião, apegou-se às suas idéias. O bispo não poderia ter previsto as conseqüências dos meios pelos quais procurou manter a igreja unida. Na Idade Média, alguns homens incrivelmente gananciosos e imorais exerceriam o ofício de bispo, usando-o em benefício próprio, em vez de cuidar dos assuntos espirituais. A estrutura hierárquica que criou a "união", também provocou uma enorme divisão entre o clero e os leigos.