TEXTO ÁUREO
"Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações, sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência” (Tg 1.2,3).
VERDADE PRATICA
O triunfo sobre a tentação fortalece-nos espiritualmente e nos torna mais íntimos de Deus.
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Tiago 1.2-4, 12-15
COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
PALAVRA-CHAVE
Tentação: A prova da fidelidade, inteireza, virtude e constância. A solicitação para pecar.
Quando nos tornamos cristãos, temos a ilusão de que a vida será convertida e não haverá mais problemas, ou testes. Acreditamos que nunca faltará trabalho, que o orçamento será suficiente para cobrir todas as despesas, que o casamento nunca irá falhar ou que não teremos a nossa fé testada. Na realidade não é assim!
Quando temos um objetivo para alcançar devemos saber que as tribulações virão junto, porque o nosso objetivo faz parte de um contexto social onde cada passo deverá ser cuidadosamente analisado. Já no contexto Cristão a tribulação ou tribulações fazem parte dos desafios de transformação pessoal decorrente de um mundo que anda ao contrário do proposto pela Bíblia e isso nos enche de aflições (tormentos, adversidades).
É evidente que ninguém gosta de passar por tribulações, mas é igualmente evidente que todos nós passaremos por elas, querendo ou não. Mesmo Jesus, o homem mais santo que passou por esta terra, passou pelas aflições. O fato é que devemos ter em mente que a tribulação não produz apenas dificuldades e dores, pelo contrário, pode produzir muito mais do que isso. Esse pensamento é a chave para avançarmos e sermos vitoriosos.
I- O FORTALECIMENTO PRODUZIDO PELAS TENTAÇÕES (Tg 1.2,12)
1. O que é tentação. A palavra aqui traduzida provações é o termo grego peirasmos cujo significado temos que entender plenamente se é que desejamos captar a verdadeira essência da vida cristã. Peirasmos é prova, juízo, tentação dirigida para um fim. E este fim é que aquele que é submetido à prova saia dela fortificado e purificado. O verbo correspondente, peirazein— às vezes traduzido tentar — tem o mesmo significado. A ideia não é nos seduzir para quepequemos, mas sim nos fortalecer, nos purificar e nos provar. Por exemplo: diz-se que um pintinho prova (peirazein) suas asas. A rainha de Sabá foi provar (peirazein) a sabedoria de Salomão. É-nos dito que Deus provou (peirazein) a Abraão quando lhe apareceu exigindo que sacrificasse a Isaque (Gn 22.1). Quando Israel chegou à Terra Prometida, Deus não retirou os povos que já estavam ali, mas sim os deixou para que Israel pudesse ser provado (peirazein) na luta contra eles (Juízes 2.22; 3.1,4). As experiências de Israel foram provas que contribuíram à formação desse povo (Dt 4.34; 7.19).
Este é um grande e inspirador pensamento. Hort escreve: "O seguidor de Cristo tem que esperar que as provas o impulsionem em seu caminho cristão." Teremos toda aula de experiências. Virá a prova da tristeza e do desalento que tentará nos arrebatar nossa fé. Virão as provas dos perigos, da antipatia, dos sacrifícios, coisas nas quais tão frequentemente o cristão se acha envolto. Mas o verdadeiro propósito para o qual essas circunstâncias nos são enviadas não é para nos fazer cair, senão para nos elevar. Não são enviadas para que nos derrotem, senão para que nós as derrotemos. Não são enviadas para que nos debilitem, senão para que nos fortaleçam. Portanto, não podemos nos lamentar por causa de tais provas, mas sim, pelo contrário, nos exultar, nos alegrar. O cristão é como um bom atleta. Quanto mais pesada à tarefa que o treinador lhe atribui, quanto mais intensifica seu treinamento e por isso mais se alegra o atleta porque sabe que tudo vai o capacitando para o vigoroso esforço que o levará a vitória.
2. Fortalecimento após a tentação (v.2). As provações são pedagógicas (1.3,4). Nas provações da vida, nossa fé é testada para mostrar a sua genuinidade, e, consequente mente, levar-nos a um fortalecimento espiritual.
Quando Deus chamou a Abraão para viver pela fé, ele o testou com o fim de aumentar a sua fé. Deus sempre nos prova para produzir o melhor em nós; Satanás nos tenta para fazer o pior em nós. As provas da fé provam que, de fato, estamos firmes em Cristo. As provações de nossa fé trabalham por nós, e não contra nós, visto que produzem perseverança. Deus está no controle de nossa vida. Tudo tem um propósito. Diz o apóstolo Paulo: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus...” (Rm 8.28). Paulo diz ainda que a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um eterno peso de glória (2 Co 4.17). Em Efésios 2.8-10, Paulo diz que Deus trabalha por nós, em nós e através de nós.
Ele trabalhou em Abraão, José, Moisés antes de trabalhar através deles. É assim que Deus faz com você ainda hoje.
Paulo diz em Romanos 5.3-5 que as tribulações são pedagógicas, levam-nos à maturidade. A palavra hupomone significa paciência com as circunstâncias, ou seja, coragem e perseverança em face do sofrimento e das dificuldades. Os crentes imaturos são sempre impacientes. A impaciência pode acarretar graves consequências: Abraão coabitou com Agar, Moisés matou o egípcio, Sansão contou seu segredo para Dalila e Pedro quase matou Malco. Maturidade e fortalecimento espiritual não se alcançam apenas lendo um livro, é preciso passar pelas provas!
3. Felicidade pela tentação (v. 2, 12). Tiago orienta seus leitores a considerarem as tribulações, que funcionam como prova da fé, como motivo para grande alegria. Evidentemente, o autor não proíbe ao cristão o choro, a dor e a tristeza pelos infortúnios, desgraças, desastres, perseguições, doenças e outras tribulações comuns a esta vida, que subitamente vêm sobre nós, para nos provar. Não é pecado dizer a Deus: “está doendo”, quando a prova se torna intensa. O próprio Tiago cita Jó como modelo de sofrimento (5.11). E sabemos pelo livro de Jó que, ao ser provado, ele sentiu profundamente a dor e a tristeza pela perda dos filhos e de tudo que tinha, e ainda a angústia mental de não saber a causa de seus sofrimentos (cf. Jó 3.1-26, etc.). Tiago também cita como modelos de sofrimento os profetas do Antigo Testamento (5.10). Entre os que mais sofreram, encontramos o profeta Jeremias, cujos lamentos e tristezas estão registrados em seus livros (Ver Jr 15.10, etc.). Na verdade o que não devemos fazer é nos afundar numa disposição mental triste e desconsolada, que nos faria desfalecer nas provações, mas precisamos nos empenhar em manter o nosso espírito elevado e firme, para melhor discernir a nossa situação, e para maior vantagem nossa devemos empenhar-nos em fazer o melhor dela. Para agirmos assim precisamos focar nossa visão não na tribulação, mas, sim, no caráter que ela produz quando assim agimos. Outra coisa importante que precisamos entender é que alegria e felicidade não é fruto de circunstâncias externas e materiais, mas de uma atitude mental produzida pelo Espírito Santo.
Portanto, a alegria é produto do crescimento espiritual, e consiste de um senso de bem-estar e de regozijo, porque o indivíduo está em harmonia com Deus, desfrutando da comunhão com Ele que satisfaz à alma e a torna feliz.
II- A ORIGEM DAS TENTAÇÕES (Tg 1.13-15)
1. A tentação é humana. A concepção de Tiago é de que Deus jamais induz o crente à tentação de tal maneira que a única opção que ele tenha seja a queda. Face a decisão tomada por Caim de matar seu irmão Abel, Deus o adverte no sentido de que ele resista àquela tentação e que sobre ela tenha controle (Gn 4.7). Caim caiu, tornou-se o primeiro homicida, não porque essa fosse a sua única opção. Ele caiu sob a tentação porque escolheu assim fazer.
O apostolo Paulo tinha compreensão da afirmação de Tiago (“Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta”), quando escrevendo aos crentes de corinto e a nós hoje, disse: “Não veio sobre vós tentação senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que possais suportar” (1 Co 10.13). E nos escritos do apóstolo João ele nos mostra que as más inclinações do coração do homem estão perfeitamente alinhadas com “a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos, e a soberba da vida” (1 Jo 2.16). Portanto, o maior problema do cristão é quando ele permite que a fraqueza da carne, a busca pelo prazer e a força da tentação vença a sua determinação de não ceder.
2. Atração pela própria concupiscência. Tiago usa duas figuras para ilustrar o engano da tentação: a figura do caçador que usa uma armadilha (atrai) e a figura do pescador que usa o anzol com isca (seduz). Se Ló pudesse ver a ruína que estava por trás de Sodoma, e se Davi pudesse ver a tragédia sobre a sua casa quando se deitou com Bate-Seba, eles jamais teriam caído. Precisamos identificar a isca e a arapuca do diabo, para não cairmos na rede de seu engano. Com isso, ele deseja destacar mui claramente que a tentação se origina realmente em nós e que, dessa forma, somos nós mesmos os responsáveis pelo pecado que cometemos. Somos tentados por nossa própria cobiça. Tiago está consciente de que o fato de seus leitores serem crentes em Jesus Cristo não os livra da presença da cobiça no coração. Aliás, ele os adverte de que a origem das guerras e contendas entre eles são os “prazeres que militam na vossa carne” (Tg 4.1 ARA).
Assim como os rabinos, que falavam de um “impulso maligno” (Gr. yeserhara) que habita em cada pessoa, Tiago parece pensar na tendência inata do homem em direção ao pecado. A tentação brota deste “impulso maligno”, quando este atrai e seduz o homem. O primeiro verbo (Gr. exelkõ) tem o sentido de alguma coisa que arrasta pela força, enquanto o outro (Gr. deleazõ) sugere a atração exercida por uma isca. Os dois termos eram usados num sentido metafórico para descrever a força atrativa do prazer ou de professores convincentes. Mas, provavelmente, ainda está presente a figura da pesca, com a qual as palavras estavam originalmente associadas: a “cobiça” é como um anzol com sua isca, que primeiro atrai sua presa e depois a arrasta. Se a atração superficial da “cobiça” não sofrer uma brava resistência, a pessoa poderá acabar “fisgada”, incapaz de fugir de seu engodo todo-poderoso.
3. Deus nos fortalece na tentação. JESUS sabia que seus discípulos não conseguiriam na sua própria força fazer tudo o que ele lhes havia ordenado. Levando-se em conta a magnitude de sua missão de pregar, a força dos opositores e a fragilidade humana, era evidente que eles necessitariam de força sobre-humana. Assim, pouco antes de sua ascensão ao céu, Jesus garantiu a seus discípulos: “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra” (At 1.8). O poder que Deus concede a seus servos por meio do Espírito Santo habilita cada um de nós a cumprir nossa dedicação cristã e, quando necessário, a resistir a forças negativas empregadas contra nós.
Os últimos dias nos quais vivemos, em especial, são “tempos trabalhosos” (2 Tm 3:1). A influência do adversário é muito difundida e sedutora. Satanás tenta enganar e tornar o pecado atraente. Mas todo cristão é capaz de derrotar Satanás e vencer a tentação. Todo servo de Deus tem o poder do alto para vencer a tentação. Aqueles que se humilham perante Deus e oram continuamente por forças não serão “tentados além do que [podem] suportar”. Se obedecerem voluntariamente aos mandamentos, o Pai Celestial vai fortalecê-los para que suportem as tentações.
Paulo ensina que Deus pode nos capacitar para vencermos as tentações se permanecermos fiel à Sua Palavra (1 Co 10.13-22). Atentemos para as palavras do apóstolo: “Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar” (1 Co 10.13).
Deus permite que sejamos tentados (provados), porque Ele sabe até onde podemos suportar. A palavra “tentação” mencionada nesse versículo é peirasmos, uma palavra muito mais próxima de prova e teste, do que tentação. A tentação tem uma conotação negativa para nós. E algo colocado no nosso caminho para nos fazer pecar enquanto a prova é algo que Deus permite em nossa vida para nos depurar, purificar e fortalecer. Deus não tenta a ninguém, Deus prova (Tg 1.13). Quem tenta é o diabo. Quando Deus permite uma prova em nossa vida é para nos fortalecer e nos conduzir à vitória.
Paulo não diz que Deus vai livrá-lo da prova, mas com a prova Ele vai prover livramento. Às vezes queremos ficar livres da prova e libertos do problema. Deus não impediu que os três amigos de Daniel fossem jogados na fornalha; não impediu que Daniel fosse jogado na cova dos leões nem que Pedro fosse para a prisão. Deus não os livrou da prova, mas na prova.
III- O PROPÓSITO DAS TENTAÇÕES (Tg 1.3,4,12)
Não deveria o crente olhar para a provação com medo ou pesar, mas olhar além da provação, para os resultados que ela produz.
1. Para provar a nossa fé (v.3). Quando Deus chamou Abraão para viver pela fé, ele o provou a fim de aumentar essa fé. Deus sempre nos prova para fazer aflorar o que temos de melhor; Satanás nos tenta a fim de fazer aflorar o que temos de pior. A provação de nossa fé mostra que somos, verdadeiramente, nascidos de novo. Pois só quando a fé é provada em meio as tentações e adversidade da vida é que ela se transforma em testemunho vivo de fidelidade diante de Deus.
A provação trabalha em nosso favor, não contra nós. A tradução para a palavra "confirmada" na versão revisada é "aprovada". Mais uma vez, o apóstolo Pedro nos ajuda a entender melhor essa afirmação: "Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória na revelação de Jesus Cristo" (1 Pe 1.7). Prova é a palavra usada para crisol em Provérbios 27.21 (LXX). O garimpeiro leva amostras de minério ao contrasteador para testá-la. A amostra, em si, não vale mais do que alguns trocados, mas a aprovação - a declaração oficial sobre o minério - vale milhões! Dá ao garimpeiro a certeza de que tem uma mina de ouro. A aprovação de Deus de nossa fé é preciosa porque garante que nossa fé é autêntica. Portanto, não importa quão difícil ou desagradável seja a provação, é por meio dela que Deus está aperfeiçoando o crente.
2. Produzir a paciência (vv.3,4). Podemos ver na Bíblia muitos exemplos de pessoas cuja paciência foi característica de sua caminhada com Deus. Tiago nos aponta os profetas: “Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor”(Tg 5.10). Ele também se refere à Jó, cuja perseverança foi recompensada: “Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso” (Tg 5.11). Abraão também foi paciente: “E assim, esperando com paciência, alcançou a promessa” (Hb 6.15). Assim como Jesus é o nosso modelo em todas as coisas, Ele demonstrou ser o modelo perfeito com sua perseverança paciente: “Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus” (Hb 12.2).
O exercício da paciência é uma qualidade bastante difícil nos dias em que vivemos, principalmente devido ao corre-corre de nosso dia a dia, mas é de imprescindível importância para o crente que deseja ir morar no céu. É nos momentos de maior tensão que somos testados nessa qualidade do fruto do ESPÍRITO que está implantada em nós. É notado e louvado o cristão que consegue ser paciente diante das adversidades que surgem em seu viver terreno. Somente com a ajuda do ESPÍRITO SANTO é que conseguimos exercer paciência e ajudar aos que estão a nossa volta, a passar pelas tribulações do cotidiano.
Muitos crentes oram pedindo paciência, como se esta fosse uma virtude comunicada diretamente e exclusivamente por Deus. Com o fato de que a paciência é uma virtude aprendida, resultante das provações da vida, concorda o apóstolo Paulo quando escreve: “...a tribulação produz a paciência” (Rm 5.3). Portanto, que nenhum de nós se assuste ao ver multiplicada as suas tribulações, pois a paciência, perseverança é produzida em meio a dificuldades e tribulações da vida. A única maneira de o Senhor desenvolver paciência em nossa vida é por meio das tribulações. A paciência sob as provas nos guardará de dizer e fazer aquilo que nos prejudique a alma e aos que se acham ao nosso redor. Sejam as nossas provações quais for, coisa alguma nos pode causar sério dano, caso exerçamos paciência.
3. Chegar à perfeição. Deus não edifica nosso caráter sem nossa cooperação. Se resistirmos, vai nos disciplinar até nos rendermos. Mas se nos sujeitarmos, ele realiza sua obra. Deus não se contenta com um trabalho inacabado; quer realizar uma obra perfeita e deseja que o produto final seja maduro e completo.
O objetivo de Deus para nossa vida é a maturidade. Seria trágico se nossos filhos permanecessem bebês pelo resto da vida. Gostamos de vê-los amadurecer, mesmo quando a maturidade traz consigo certos perigos. Muitos cristãos guardam-se das tribulações da vida e, como resultado, nunca crescem.
Provado e aprovado por Deus, Davi pôde testemunhar da sua capacidade de esperar com paciência no Senhor, em meio às circunstâncias de adversidades da vida (Sl 40.1-3). Mas ao contrário do doce salmista de Israel, muitos crentes tem perdido excelentes oportunidades de crescerem espiritualmente e de desenvolverem o seu caráter em meio as provações pelas quais passam.
Desenvolver um caráter cristão requer paciência e perseverança. David O. McKay disse que assim como um escultor que leva algum tempo para moldar a partir de um material bruto e disforme uma linda obra, levamos uma vida para esculpir a nossa própria alma. Se “ela vai terminar deformada ou se revelará algo admirável e belo”, depende de nós, da nossa disposição em trabalhar para esse fim.
CONCLUSÃO
Tiago procura nos dizer que, a paciência cristã é aprendida com as provações da fé, e uma vez que há um fruto espiritual resultante de toda demonstração de fé nas provações, então estas devem ser acolhidas com grande alegria e não com tristeza, porque são oportunidades para glorificarmos o nome de Deus, e experimentarmos Seu poder consolador e libertador, através delas, em crescimento rumo à nossa maturidade espiritual.
Deste modo, o alvo da provação é muito mais do que simplesmente confirmar e aperfeiçoar a nossa fé, pois se refere, sobretudo ao nosso amadurecimento espiritual. Assim, a paciência é algo para ser aprendido e também para ser aplicado na hora da provação. Dificuldades e aflições dolorosas pode ser a porção até mesmo dos melhores cristãos, e é isto que o Espírito nos ensina pelas palavras do apóstolo mais do que uma vida para vivermos neste mundo há um testemunho e uma obra que devemos fazer para Deus.
fonte http://euvoupraebd.blogspot.com